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terça-feira, 13 de setembro de 2011

De: Paulo Henrique Batista Rosa de Castro

Parecia um dia normal...


Passei a manhã inteira no colégio, discutindo, participando das aulas, conversando com os amigos e amigas, tudo em sua plena normalidade.
Chegando em casa, como sempre, fui para o computador checar as novidades dos amigos virtuais e reais, como sempre fazia, porém, algo apertou meu peito, uma dor tão forte como nunca havia sentido.
Aquela foi uma tarde nostálgica, lembrei das muitas coisas que haviam acontecido recentemente, no passado, e também outras, da época de criança. Como uma chama, senti uma ardente vontade de conversar com minha mãe; Fui até seu quarto e chamei-a, porém ela respondeu que estava ocupada, e não poderia falar comigo... O mesmo aconteceu ao falar com meu pai, que estava em seu dia de folga do trabalho, mas na hora consertava a antena que havia caído na chuva da noite passada. O aperto em meu coração aumentava; Corri até o quarto da minha irmã para abraçá-la, mas nem a porta ela abriu para mim, me ignorou. Já anoitecia; Por não aguentar mais aquela dor, deite-me, e lembrei que não havia recebido sequer um bom dia a pelo menos uma semana naquela casa... Ao pensar nisso, uma lágrima escorreu por meu rosto, e eu dormi; Dormi, para nunca mais acordar...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011


Tem coisa que não abro mão. Uma delas é o meu canto. Preservo - e muito - o que é meu. Certas coisas são raras pra gente. A coisa mais rara que tenho são as pessoas que amo. Desses, não abro mão. Por eles eu faço e aconteço. Pra eles procuro dar o melhor de mim. Antes eu era diferente. No primeiro problema pegava o telefone e ligava para alguma amiga. Ficava horas debatendo o assunto. Antes eu achava que todo mundo era meu amigo do peito. Contava sobre as minhas coisas, a minha vida, meus planos. Errei muito. Minha mãe sempre teve a seguinte postura: "não é todo mundo que coloco dentro da minha casa." Não entendia muito bem aquilo,achava meio ignorante da parte dela, mas hoje entendo e concordo plenamente. Conheço muita gente. Meu círculo de amizades é variado e extenso. Mas na hora do aperto eu sei bem para quem correr, os VERDADEIROS eu sei quem são. Escolho as palavras certas para falar de mim e das minhas coisas para as pessoas que tenho dúvidas se me querem bem. Porque a gente se engana muito. E o tempo, felizmente, faz com que a gente perceba quem gosta da gente, quem verdadeiramente quer o nosso sucesso. Não se espante se sobrar pouca gente, não é todo mundo que fica mesmo mesmo mesmo assim sem vírgulas feliz de verdade com nossas pequenas felicidades.